O Brasil está entre os 4 maiores produtores de malhas do mundo e o setor têxtil é o segundo maior empregador da indústria de transformação, segundo a Abit. Esse volume de produção exige grande uso de água em etapas como preparação, tingimento e estamparia, o que amplia a importância de estações de tratamento bem ajustadas e processos mais eficientes.
Os efluentes têxteis podem apresentar turbidez e coloração persistentes, exigindo controle técnico para manter a clarificação estável. Além disso, a formação de espuma pode afetar tanto a operação de tratamento quanto etapas do processo produtivo, aumentando o risco de instabilidade e custos.
Para este segmento, coagulantes (orgânicos e especiais), floculantes, antiespumantes, removedores de cor e nutrientes são fundamentais para elevar a eficiência da clarificação, controlar espuma e sustentar o equilíbrio biológico quando aplicável. Em especial, a remoção de cor e o ajuste da coagulação/floculação aumentam a previsibilidade do tratamento e reduzem a necessidade de correções recorrentes.