É um setor com grande demanda por água ao longo do beneficiamento e das operações de separação sólido-líquido, com atenção cada vez maior à recuperação para reuso no processo. Além disso, a agenda de economia circular coloca a retenção de valor no centro: reduzir perdas, evitar retrabalho e transformar “vazamentos” em ganhos de eficiência.
Etapas como espessamento, filtração e disposição de rejeitos exigem controle fino de turbidez, sedimentação e desaguamento, principalmente quando há partículas muito finas e polpas mais difíceis de manejar. Somam-se a isso desafios práticos como formação de espuma em flotação, controle de poeira e comportamento reológico em transferência de polpas e minerodutos.
Neste segmento, coagulantes, floculantes, antiespumantes, supressores de poeira, modificadores reológicos e auxiliares de filtragem se conectam diretamente aos pontos críticos do processo: clarificação, recuperação de água, aumento do percentual de sólidos e estabilidade operacional. Quando bem aplicados, esses insumos reduzem consumo de água e energia, diminuem paradas e tornam operações como espessamento, filtração e transporte de polpas mais eficientes e previsíveis.