Tratamento de água e efluentes para papel e celulose

O Brasil se consolidou como maior exportador de celulose do mundo em 2022, com salto de 22% segundo dados do Ibá. Em um mercado em que a água doce é provavelmente o recurso mais crítico, o setor é intensivo no uso de recursos e sensível aos aspectos regulatórios e de sustentabilidade operacional.

Características do segmento

Água como recurso crítico

No mercado de celulose e papel, a água doce provavelmente é o recurso mais crítico e, com a demanda por produtos de melhor qualidade, a operação se torna intensiva no uso de recursos. Por isso, o setor é muito sensível aos aspectos regulatórios e à sustentabilidade operacional, tratando os efluentes como parte inerente, e não menos importante, do que os processos produtivos.

Desafios do segmento

Efluentes e exigência regulatória

A indústria é preocupada com os efluentes gerados e com a gestão correta desses efluentes, por sua ligação direta com a sustentabilidade operacional. Além disso, o tratamento de efluentes se posiciona como uma prática importante de ESG, já que não há desenvolvimento sustentável sem essa gestão.

Produtos indicados

Neste segmento, floculantes, antiespumantes e nutrientes são essenciais para dar suporte ao processo e às estações de tratamento: os floculantes atuam na separação sólido-líquido, clarificação e deságue de lodo, os antiespumantes controlam a formação de espuma em diversas etapas, e os nutrientes equilibram macronutrientes como nitrogênio e fósforo para manter a atividade dos microrganismos no tratamento secundário. Com isso, o sistema ganha eficiência e reduz custos adicionais na recuperação do lodo biológico.